Opinião: Ditadura não é comigo!

27 maio, 2021

Recente declaração do Presidente Bolsonaro “Ditadura não e comigo! ” É uma resposta emblemática que está ligada à live em que diz que “sem voto impresso não tem eleição”.

Na verdade, o voto impresso é a chave, dada por Deus, para afastar a esquerda e ganhar tempo para renovar a nação.

É, também, uma resposta aos emocionados, os marxistas inconscientes que pensam resolver tudo num tiro de fuzil. A velocidade da mudança pode prejudicar.

Poder imposto pela arma precisa ser mantido por ela, e sabemos aonde isso desemboca: Ditadura, afastamento de investidores (ao menos até certa normalização) e insegurança (como temos visto nos filmes recomendados).

Ao contrário, uma mudança gradual é duradoura e defensável. As ditaduras podem demorar, mas caem. As democracias não. Esparta e Atenas são exemplos históricos. Os valentes espartanos, idolatrados por quem ganha dinheiro com filmes, não existem mais.

Os atenienses, mesmo precisando lutar contra a pedofilia da época, por influência do cristianismo, continuam defendendo sua democracia até hoje. O Presidente alerta que não instalará uma ditadura, que a esquerda deseja ardentemente por ser mais fácil justificar seu fracasso político, no futuro, e continuar vendendo suas ilusões mentirosas.

O vitimismo completa o quadro sob encenações de artistas e intelectuais de sempre. A dica foi dada quando Bolsonaro diz à direita marxista, “Quem não está contente comigo, tem Lula em 22. ”

Eles já estão até preparados para a proibição do comunismo, deixando de existir sob o nome de socialistas ou comunistas. Eles já têm um “manual” para organizar a vida de reuniões secretas, o que ainda lhes dá um charme de “vanguarda” e “resistência” que exibem para atrair incautos.

A questão é que não devemos cair na pilha de marxistas ou de gente que critica por que quer cargo e se beneficiar. Veja a contradição, tipicamente marxista: antes das eleições, até o mais famoso pensador dizia que Bolsonaro deveria acabar com a mamata.

Hoje, choram por não receberem a “devida atenção” – leia-se, privilégios especiais que negavam a outros. Parecem se esquecer da crítica à ideia de Maquiavel, que após ensinar o Príncipe a eliminar os que lhe ajudam a tomar o poder, seria o único poupado.

A incoerência mata a teoria. Vamos abrir os olhos e apoiar com firmeza nosso Presidente! Nada de precipitação!É exatamente assim que nos sairemos bem quando ou se for necessária alguma medida mais drástica, justamente por conta do voto impresso, a chave contra a esquerda e segurança do futuro.

     “Eu estou com Bolsonaro até o último segundo de mandato! Apoiando e orando. Avante, Presidente”

Autor: Ângelo Lorenzo

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