MPF aponta destruição da maior gruta de RO após décadas de mineração e cobra R$ 8 milhões por danos
1 abril, 2026

Cavernas são patrimônio da União e têm importância científica, cultural e ambiental. O caso está na Justiça, e o MPF aponta uso irregular de explosivos. A maior gruta de Rondônia, com cerca de 415 metros de extensão, teve parte de sua estrutura destruída, segundo o Ministério Público Federal (MPF), durante a exploração de calcário em Pimenta Bueno (RO).
O caso está na Justiça, e o órgão aponta uso irregular de explosivos e pede R$ 8 milhões por danos ambientais. As cavernas são consideradas patrimônio da União e têm grande importância científica, cultural e ambiental.
Elas guardam registros da história natural, podem abrigar espécies únicas e já foram usadas para turismo na região. A ação do MPF envolve empresas de mineração e órgãos públicos responsáveis pela atividade e pela fiscalização.
Entre os citados estão a Empresa de Mineração Aripuanã (EMAL), a Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), o Governo de Rondônia e a Agência Nacional de Mineração (ANM). De acordo com o processo, todos teriam responsabilidade, direta ou indireta, pelos danos.
Por:G1/RO
Comentarios