Furto de energia: Rondônia registra 69 prisões no primeiro semestre de 2026

28 junho, 2026

Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes lideram o número de prisões; além de crime, fraude coloca vidas em risco e pode provocar acidentes graves. Rondônia registrou 69 prisões por furto de energia elétrica entre janeiro e junho de 2026.

As prisões ocorreram após denúncias e inspeções realizadas por equipes da Energisa, que identificam indícios de irregularidades. A Polícia Militar é acionada para conduzir a ocorrência, enquanto a fraude é constatada pela perícia criminal da Polícia Técnico-Científica (Politec).

As ocorrências foram registradas em diferentes regiões do estado. Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes concentraram o maior número de prisões no período. Também houve registros em Rolim de Moura, Vilhena, Cacoal, Guajará-Mirim e Candeias do Jamari.

Além de configurar crime, com pena que pode chegar a oito anos de prisão, o furto de energia representa um sério risco para a segurança da população. “O furto de energia vai muito além do prejuízo financeiro.

Estamos falando de uma prática criminosa que coloca vidas em risco e compromete a qualidade do fornecimento para toda a comunidade.  Nossas equipes atuam continuamente no combate às fraudes, sempre em parceria com as autoridades policiais e a perícia técnica,

O prejuízo recai sobre quem paga a conta em dia

Além dos riscos à segurança, o furto de energia também gera impactos para toda a sociedade. A energia desviada é contabilizada como perda no sistema elétrico, elevando os custos da distribuidora.

Prejudicando os consumidores que utilizam a energia de forma regular. Por isso, combater as fraudes e denunciar ligações clandestinas é uma forma de contribuir para um sistema elétrico mais seguro, justo e eficiente para todos.

Por: Mauro da Silva Azevedo Junior

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