Eleição 2020: Coligações proporcionais fora do processo eleitoral

A partir do próximo sábado, primeiro dia do mês de agosto os dirigentes partidários terão 30 dias para iniciarem o processo das convenções partidárias.

Esse processo é para definição das nominatas de candidatos a prefeito, vice e vereador, das eleições de novembro próximo, antes programadas para outubro.

A Justiça Eleitoral já definiu que este ano não teremos votação biométrica, porque é mais demorada e provoca morosidade nas filas de votação.

Interessante que a biometria foi aplicada com a justificativa de celeridade e segurança, e agora está sendo abolida, porque o eleitor demora mais tempo para votar.

O próximo passo será voltar às cédulas? Se estamos cada vez mais dependentes de o mundo digital, porque o eleitor não pode votar de casa, com o seu celular?

Um dos motivos para dispensar a biometria seria abrir mão de toda a estrutura e a “montanha” de dinheiro que se gasta num processo eleitoral. É o Brasil!!!

Nas eleições deste ano não teremos mais as coligações proporcionais. Os candidatos ao legislativo municipal, mais bem votados serão os eleitos, desde que o partido tenha garantido o quociente eleitoral.

Hoje, por exemplo, temos suplentes de deputados estaduais com mais votos, que pelo menos 50% dos que compõem o atual legislativo estadual.

A partir das eleições deste ano não ocorrerá mais esse problema. A composição de uma boa nominata de candidatos a vereança será fundamental.

Pois não basta o cidadão ou cidadã ter uma perspectiva de muitos votos, mas que o grupo garanta o cociente eleitoral para poder eleger os mais bem votados.

Fonte: Rondoniadinamica

Comentarios